Abraços,
Juliana Gobbe
segunda-feira, 21 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Um clássico em cordel.
No último sábado, o escritor Marco Haurélio lançou em São Paulo na Livraria Cortez seu mais recente livro: Os 12 trabalhos de Hércules. O evento presenteou a plateia com contação de histórias e a presença de crianças e adultos que puderam compartilhar o encantamento com a obra que foi ilustrada por Luciano Tasso.
Marco Haurélio e Luciano Tasso
O jornalista Audálio Dantas e o ator Luiz Carlos Bahia
Os atores Alexandre Acquiste e Sabrina Carvalho
Dica de Leitura: Os doze trabalhos de Hércules.
Editora Cortez
Abraços,
Juliana Gobbe
Marco Haurélio e Luciano Tasso
O jornalista Audálio Dantas e o ator Luiz Carlos Bahia
Os atores Alexandre Acquiste e Sabrina Carvalho
Dica de Leitura: Os doze trabalhos de Hércules.
Editora Cortez
Abraços,
Juliana Gobbe
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Lançamento de livro.
O livro Os 12 Trabalhos de Hércules (Cortez Editora) é uma releitura das grandes façanhas do herói grego Hércules. É composto por poemas escritos em diferentes modalidades, que ora se aproximam da sátira (o Leão de Nemeia, os estábulos de Augias), ora se rendem ao lirismo das imagens concebidas pelo ilustrador Luciano Tasso (o cinto de Hipólita, as maçãs de ouro das Hespérides). Os feitos de Hércules são recontados em quadras, sextilhas, setilhas, oitavas e décimas com métricas e esquemas de rimas variados.
Os 12 Trabalhos de Hércules
Autor: Marco Haurélio
Ilustrador: Luciano Tasso
Lançamento
Quando? 12 de abril (sábado), às 15h
Onde? Livraria Cortez, rua Monte Alegre,1074 – Perdizes, São Paulo (SP)
Na ocasião, haverá contação de histórias.
Abraços,
Juliana.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Ode ao burguês
Eu insulto o burguês! O burguês-níquel
o burguês-burguês!
A digestão bem-feita de São Paulo!
O homem-curva! O homem-nádegas!
O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!
Eu insulto as aristocracias cautelosas!
Os barões lampiões! Os condes Joões! Os duques zurros!
Que vivem dentro de muros sem pulos,
e gemem sangue de alguns mil-réis fracos
para dizerem que as filhas da senhora falam o francês
e tocam os “Printemps” com as unhas!
Eu insulto o burguês-funesto!
O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!
Fora os que algarismam os amanhãs!
Olha a vida dos nossos setembros!
Fará sol? Choverá? Arlequinal!
Mas as chuvas dos rosais
O êxtase fará sempre Sol!
Morte à gordura!
Morte às adiposidades cerebrais!
Morte ao burguês-mensal!
Ao burguês-cinema! Ao burguês-tiuguiri!
Padaria Suíssa! Morte viva ao Adriano!
- Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
- Um colar...Conto e quinhentos!!!
- Más nós morremos de fome!
Come! Come-te a ti mesmo, oh! Gelatina pasma!
Oh! Purê de batatas morais!
Oh! Cabelos na ventas! Oh! Carecas!
Ódio aos temperamentos regulares!
Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia!
Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados
Ódios aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,
sempiternamente as mesmices convencionais!
De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!
Dois a dois! Primeira posição! Marcha!
Todos para a central do meu rancor inebriante!
Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!
Morte ao burguês de giolhos,
cheirando religião e que não crê em Deus!
Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!
Ódio fundamento, sem perdão!
Fora! Fu! Fora o bom burguês!...
Mário de Andrade
Abraços,
Juliana Gobbe
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
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